domingo, 22 de março de 2009

O domínio (XX) no século XXI

O domínio (XX) no século XXI
Como podemos ver a mulher (XX) sempre foi mais ativa que o homem,mesmo antes de nascer sendo ainda um óvulo sempre foi mais forte e mais rápida que o homem. Para que tanta rapidez? Pois sabemos que ao nascer sempre foram dominados pelo homem,para começar o médico, para continuar o pai e para terminar o marido. Mas, elas se revoltaram e a partir dos anos 60 começaram a lutar pelos seus ideais. Iniciaram com a ideia da pílula e foram além. Depois de tanto esquentar a barriga no fogão hoje em pleno século XXI dirigem até caminhão. E fogo bom, que começou no fogão, ajudou na evolução desse ser de tanta precisão.
Por: Aline Carvalho, Antonio, Angélica, Gleice e Harry.

O fim do jornal impresso


O fim do jornal impresso

A discussão sobre o fim do jornal impresso já acontece há algum tempo, assim como quando o rádio foi criado no século xix, achava-se que era o fim das publicações impressas e que o futuro das comunicações estava ali. O mesmo aconteceu quando surgiu a TV no século xx, achava-se que era o fim do rádio e do jornal impresso. Agora no século xxi, a discussão se aprimora devido o mundo on-line (internet) que vem “engolindo” os demais veículos: rádio, TV e impresso. A internet se popularizou na década de 70 e 80 com o surgimento do computador pessoal, para consumo das variadas necessidades como: comunicação, criação e entretenimento.
No Brasil a internet se consolidou em 1995. Desde então a rede vem crescendo, com isso algum profissional vem utilizando desde recurso (internet) pra com o seu trabalho, dentre eles os jornalistas.
O jornalismo on-line cresce cada vez mais, devido uma questão financeira, isso porque, as pessoas não estão dispostas a pagar por algo que elas leram por um pequeno tempo, e com isso o jornalismo impresso não se sustenta devido sua necessidade de gastos técnicos, impressão, maquinário, etc. Além da manutenção com os jornalistas. E na internet não necessariamente precisa ser um jornalista para postar uma notícia.
Com tudo isso, não podemos dizer que é o fim do jornal impresso, sempre haverá um público destinado a buscar as informações nesse tipo de veículo.
Há uma diferença que só o impresso proporciona aos demais meios de comunicação que é a credibilidade de suas notícias, pois é no impresso que se encontra a “essência” do jornalismo que é justamente a apuração dos fatos, dos jornalistas correrem atrás dos fatos, as fontes as quais precisam ser checadas, ou seja, fazer um jornal com responsabilidade ser um prestador de serviço a sociedade, é se doar de corpo e alma, na produção desde jornal.
Porém também cabe ao jornal impresso trazer algo de novo aos seus leitores, algo que seja mais interativo, onde as pessoas possam participar trazer algo não explorado, para que ele possa continuar existindo.
O jornal impresso é como o ser humano sempre se pode aprender com os mais velhos, essa é uma discussão que deve permanecer por um longo tempo, mas é como Ricardo Noblat diz em seu livro: A arte de fazer um jornal impresso, “a imprensa existe para satisfazer os aflitos e afligir os satisfeitos”.

A arte de fazer um jornal diário


A arte de fazer um jornal diário aborda, com muita simplicidade, todas as técnicas de se fazer entrevistas, notícias, matérias, etc. com uma linguagem fácil e objetiva, Noblat demonstra que fazer um jornal, é muito mais do que escrever algo para alguém. Ele conta a história do Correio Brasiliense (Brasília), e como foram suas experiências no período em que trabalhou lá. Noblat questiona o tempo toda a profissão de jornalista, pois quando alguém se dispõe a fazer esse papel, tem que se abdicar de certos prazeres pessoais, e engolir alguns “sapos”, aliás, como em todas as profissões, e o mais importante, não achar que sabe tudo, um defeito da maioria dos jornalistas, principalmente quando já tem certo tempo na área, talvez por lidarem com diferentes assuntos, mas isso é um erro que estes cometem porque quando a pessoa acha que já sabe tudo, perde a oportunidade de continuar aprendendo, porque todos estão sempre em constante aprendizado, e este aprendizado nos faz crescer profissionalmente, e o principal que é pessoalmente, como seres humanos. Noblat fala de alguns requisitos que são importantes para um aprendiz ou já profissional de jornalismo, deve possuir: ler, pesquisar, observar, ouvir, e ter dignidade, este último, aliás, não só o profissional dessa área, mas te todas as demais, na verdade deveria ser de todos os seres humanos, é fundamental ter dignidade para admitir os erros que cometemos. Ou seja, ele diz que jornalista deve ser sempre interessado, não pode ter preguiça, e achar sempre que pode melhorar inclusive uma parte do livro ele conta no início da carreira, ele fez certa matéria, ao qual achou que estava muito boa, mas seu editor pediu que ele fizesse novamente, ele refez mais umas duas vezes, mesmo sabendo que estava boa. Noblat também conta a trajetória da imprensa no Brasil e no mundo, desde Gutenberg, até os nossos dias atuais, de uma maneira simples e objetiva. Noblat explica sobre o ofício de jornalista da melhor maneira possível, através de suas experiências pessoais, boas e ruins, está é a melhor forma de se aprender, com a escola da vida, claro que as técnicas por ele apresentadas, são importantes, mas de que vale uma técnica, sem colocá-la em prática, e, ser jornalista é assim, de nada vale somente a técnica, sem a prática, as experiências vividas a cada dia, de uma arte complicada, de lidar com pessoas, fatos, porém gratificante.